Confidencial

Proposta de
Assessoria Jurídica

La Buca Home Resort -Campo Alegre/SC
Metodologia SICAI -Sistema Chezzi de Análise e Inteligência

Chezzi Advogados Abril de 2026 São Paulo, SP
Abertura

Uma visita ao escritório

Em 6 de março de 2026, a Dra. Priscila Seuling, assessora jurídica do Grupo Riviera, apresentou ao escritório um belo projeto: o La Buca Home Resort, em Campo Alegre/SC. Com clareza e domínio do contexto, relatou em detalhe:

O conceito do resort serrano com parceria de bandeira Hilton
A estrutura fundiária: quatro matrículas, três titularidades
Cadeia de transmissões anterior à constituição da SPE
Tratativas ambientais e estágio do licenciamento
Quatro anos de comitê jurídico sem resultado
Passivo judicial e fiscal do empreendimento anterior

Revelou também preocupações concretas:

A ausência de resultados em quatro anos de assessoria jurídica anterior.

O risco de que os passivos do controlador pudessem de alguma forma alcançar o novo empreendimento.

A necessidade de dar segurança registral a uma operação que já avança em cronograma comercial.

Cada item foi devidamente anotado e auditado por nossa equipe de especialistas em confronto com todos os dados disponíveis, levando a semanas de pré-análise qualificada que ora trazemos à exposição.

Resumo

Quadro decisório

Visão consolidada do cenário atual e da rota proposta.

Tese do projeto

Resort serrano premium com componente hoteleiro de bandeira internacional. VGV projetado de R$ 1,2 bilhão, TIR estimada de 27% a.a. Formato validado pelo mercado de alto padrão brasileiro.

Pontos de atenção identificados

  1. Base matricial fragmentada
  2. Cadeia dominial com pontos críticos
  3. Licença ambiental com insuficiência para o BP projetado
  4. Desafio do isolamento patrimonial
  5. Estrutura societária a ser desenhada

Rota desenhada

Frente 1: Diagnóstico SICAI completo (5 eixos)
Frente 2: Regularização ambiental e negociação
Frente 3: Superação do passivo e jurimetria

Painel de risco

Eixo Criticidade Tratável? Dependência
Registral / Cadeia dominial ● Alta Sim Localização de contratos + procuração herdeiros
Ambiental / LAI ● Alta Sim Nova LAI + regularização RL
Passivo judicial ● Alta Condicionada Acesso ao acervo + estratégia de equacionamento
Societário / SPE ● Média Sim Estruturação pós-diagnóstico
Fiscal ● Baixa Sim Certidões + CNIB
Tensão

O futuro vs os desafios atuais

Projeto promissor, hoje com desafios que demandam estratégia jurídica de superação.

O futuro projetado Condição atual Consequência
711 unidades habitacionais Licença para 20 lotes Nova LAI necessária
VGV R$ 1,2 bilhão Base matricial fragmentada Sem registro de incorporação
TIR 27% a.a. Cadeia dominial incompleta Risco de evicção
Resort com bandeira internacional Histórico judicial do controlador Requer isolamento patrimonial
Lançamento em 2027 Sem estrutura societária de isolamento Blindagem não verificada
Seção 01

O La Buca - um projeto que depende do presente

Um projeto com fundamentos sólidos. O percurso até a viabilização passa por etapas que este documento detalha.

O La Buca Home Resort propõe um formato que o mercado brasileiro de alto padrão vem validando com força nos últimos anos: resort serrano com componente hoteleiro de bandeira internacional.

Trata-se de fato de um projeto de alto nível. Um futuro de qualidade de espaço urbano, moradia e sustentabilidade que dá gosto de ler e de viabilizar para acontecer.

O paralelo mais recente é o DoubleTree by Hilton Caracol Canela, inaugurado em 2025 no Rio Grande do Sul - mesmo conceito de resort serrano com bandeira Hilton, na mesma macrorregião.

A própria Hilton anunciou que planeja dobrar sua presença no Brasil até 2030, com pipeline de quase 30 hotéis. Santa Catarina concentra quatro das cinco cidades com o metro quadrado mais valorizado do país.

711
Unidades projetadas
R$ 1,2 bi
VGV estimado
177.761 m²
Terreno declarado
27% a.a.
TIR projetada

O Business Plan projeta 711 unidades distribuídas em tipologias complementares -hotel boutique, mansões, bangalôs, villages, SPA, convention center e área comercial -com VGV estimado em R$ 1,2 bilhão. Se as premissas se confirmarem, Campo Alegre se posiciona como destino de referência no eixo Curitiba-Joinville-Florianópolis.

Localização -La Buca no eixo Curitiba-Joinville-Florianópolis
Localização estratégica do La Buca Home Resort no eixo serrano catarinense
Seção 02

Uma base territorial fragmentada

A unificação das matrículas é condição para o registro da incorporação.

O empreendimento se assenta sobre quatro matrículas registradas no Ofício de Registro de Imóveis da Comarca de São Bento do Sul/SC.

Vista aérea do terreno com limites das matrículas
Vista aérea do terreno com delimitação das áreas -Estrada Dona Francisca, condomínio, restaurante La Buca, área de implantação
MatrículaÁreaClass.Proprietário registralObs.
22.819217.613 m²Rural3 herdeiros Cubas (partilha 2011)Contém área de 25.057 m² negociada
53.10584.971 m²UrbanaLago da Serra Locação para Eventos S.A.APP averbada
53.10767.790 m²UrbanaAmplus Empreendimentos LtdaBase da licença ambiental
21.195---Compensação ambiental

A integração dessas matrículas é premissa do empreendimento. Cada uma tem proprietário distinto, classificação fundiária distinta (rural e urbana coexistem) e regime jurídico próprio.

A área de 25.057,11 m² destinada ao núcleo do projeto não possui matrícula própria - existe como porção física dentro da matrícula 22.819, sem desmembramento formal.

Em termos registrais, o terreno do empreendimento ainda não se apresenta como unidade íntegra - um terreno maduro e idôneo registralmente, apto a sustentar os atos de incorporação que o projeto exige.

Cabe indagar: o Business Plan, ao declarar terreno total de 177.761 m², já considerou que a soma das três matrículas principais alcança aproximadamente 370.374 m²? A diferença sugere que apenas parcelas de cada matrícula compõem o projeto -o que torna a delimitação exata e o desmembramento formal condições prévias a qualquer estruturação.
Seção 03

A cadeia dominial e seus pontos críticos

Os dados advêm das informações matriciais repercutidas nas respectivas instâncias.

A matrícula 22.819 registra como proprietários três herdeiros da família Cubas desde a partilha de 2011. Esse é o dado público. Qualquer interessado que consulte o registro encontrará esses nomes - e apenas esses nomes.

Entre o registro e a realidade, porém, o terreno percorreu um caminho:

Elo 1 -Espólio Ednir Cubas → 3 herdeiros Cubas
27/12/2011 · Partilha judicial · Ednilda 41,67%, Celso 41,67%, Itamar 16,66%
✓ Registrado (R.6)
Elo 2 -Celso Antonio Cubas → Antonio Carlos Schiavo
08/10/2013 · Contrato particular · R$ 400.900 (R$ 16/m²)
✗ Não registrado
Elo 3 -Antonio Carlos Schiavo → Valevit Adm. de Bens Ltda
30/06/2024 · Contrato particular · R$ 175.000 (R$ 6,98/m²)
✗ Não registrado · Redução de 56% no valor
Elo 4 -Valevit → Lago da Serra Locação para Eventos S.A.
Data não informada · Instrumento não localizado
✗ Não registrado · Documento não localizado
Elo 5 -Lago da Serra → Labuca (SPE em formação)
Data não informada · Instrumento não localizado
✗ Não registrado · Documento não localizado

Evolução dos valores na cadeia

A mesma área de 25.057 m² foi negociada duas vezes. A redução de 56% entre as transmissões, em onze anos, é um dado que merece atenção.

2013
Elo 2
2024
Elo 3
R$ 175.000 -R$ 6,98/m²
▼ Redução de 56% no valor entre transmissões consecutivas

Sobre a proximidade entre as partes

Gabriel Vitor Kulevicz (Valevit, elo 3) e Mariana de Matos Kulevicz (Lago da Serra, mat. 53.105) compartilham o sobrenome. O sobrenome Matos aparece entre confrontantes da matrícula 22.819 e no BP como integrantes da SPE via permuta. As transmissões na cadeia ocorreram entre partes com vínculos familiares e societários -investidor institucional que faça due diligence identificará essa configuração e fará perguntas.

A pergunta que se coloca é direta: um banco, um fundo de investimento ou a própria Hilton, ao conduzir sua diligência sobre o La Buca, encontrará na matrícula três herdeiros como proprietários - e nenhum registro dos quatro atos que transferiram a posse ao empreendedor atual. Qual a reação provável? Não é preciso ter o máximo domínio sobre o direito para se saber.
Visualização da matrícula 22.819
Visualização da matrícula 22.819 -área de 25.057 m² destinada ao núcleo do empreendimento
Seção 04

O business plan demanda uma nova licença

A escala projetada no business plan demanda nova Licença Ambiental de Instalação.

O licenciamento ambiental do La Buca repousa sobre a Licença Ambiental de Instalação nº 2197/2026, emitida em 6 de março de 2026, tendo por objeto a matrícula 53.107. A licença autoriza a implantação de condomínio de lotes residenciais: 20 lotes em 40.180 m².

40,7% -Área de Preservação Permanente (27.609 m²)
59,3% -Área utilizável da matrícula 53.107 (40.180 m²)
O Rio Queimados atravessa a propriedade e gera faixas de proteção que comprimem a área útil.
20
Lotes autorizados
711
Unidades no BP
4,45 ha
Reserva legal
📋

ETSA deficiente

O Parecer ASSJUR nº 49/2026 concluiu pela inadequação técnica: faixa de APP calculada por valor fixo (12m), não por trecho -contrário à legislação federal.

⚠️

Risco sistêmico

Se o ETSA for definitivamente considerado deficiente, as licenças que se apoiaram nele ficam expostas a questionamento. A licença 2197/2026 é uma delas.

🌿

Reserva legal

4,45 hectares averbados sem coordenadas definidas, incidindo sobre a área nuclear de 25.057 m². Reclassificação depende do ETSA complementar.

Para um empreendimento que projeta hotel, SPA, convention center e 711 unidades: a configuração ambiental do terreno comporta as tipologias previstas no Business Plan, ou será necessário redesenhar a implantação?
Croqui da reserva legal
Croqui da reserva legal -matrícula 22.819 -averbação AV.2 de 2006 (4,45 hectares)
Seção 05

O desafio do isolamento patrimonial

O equacionamento do histórico é parte do caminho para a viabilização do novo projeto.

O Grupo Riviera carrega, vinculado a empreendimento anterior, um passivo declarado da ordem de R$ 40 milhões.

Aproximadamente R$ 20 milhões em contingências fiscais. Outros R$ 20 milhões em demandas judiciais. Cerca de 100 processos no total.

A origem foi relatada, sob o sigilo de nossa banca, em reunião: o Riviera Collection, empreendimento em Balneário Camboriú, enfrentou problema estrutural de fundação durante a construção. A torre precisou de intervenção corretiva com o prédio já edificado.

O atraso resultante gerou inadimplemento contratual com os adquirentes, que se desdobrou nas ações judiciais hoje em curso.

Trata-se de uma situação que não é incomum na incorporação de médio e grande porte. Problemas de obra geram atraso, atraso gera ação judicial, e o volume de processos cresce proporcionalmente ao número de unidades vendidas.

O que importa para o La Buca não é o passivo em si, mas a relação entre esse passivo e a nova operação. Essa relação merece atenção por três razões.

Primeira: a alienação de bens e a dívida ativa

Quando um contribuinte possui débito inscrito em dívida ativa, a legislação tributária presume como fraudulenta qualquer alienação de bens realizada a partir da inscrição.

Essa presunção é absoluta. Não admite prova em contrário. A boa-fé do adquirente é irrelevante.

Com um passivo fiscal declarado de R$ 20 milhões, a probabilidade de que existam inscrições em dívida ativa é significativa (art. 185 do Código Tributário Nacional).

Verificou-se essa condição?

Foram obtidas certidões negativas de débitos federais, estaduais e municipais do controlador e das pessoas jurídicas na cadeia?

Foi realizada estruturação de blindagem entre as entidades do grupo?

Segunda: a indisponibilidade de bens

Foi mencionado em reunião que a matrícula do Riviera Collection já possui registro de indisponibilidade.

CNIB - Central Nacional de Indisponibilidade de Bens

Opera por CPF e CNPJ, não apenas por matrícula. Uma ordem vinculada ao controlador pode contaminar qualquer imóvel onde esse CPF figure.

Isso significa que uma ordem de indisponibilidade direcionada ao controlador pode alcançar bens registrados em nome de qualquer entidade vinculada - inclusive as que integram a cadeia dominial do La Buca.

Recomenda-se auditoria completa sobre as titularidades das matrículas 22.819, 53.105 e 53.107, CPFs e CNPJs dos tabulares e sucessores, antecessores (CNIB).

Terceira: o isolamento societário

O controlador do novo empreendimento é o mesmo que responde pelo passivo anterior.

Parece inevitável - e de evidente recomendação - que se avalie a capacidade da estrutura societária proposta de isolar o La Buca dos riscos já materializados.

A desconsideração da personalidade jurídica (art. 50 do Código Civil) não é hipótese remota em contextos de passivo dessa magnitude.

Seção 06

Separar passado e futuro

Existem instrumentos para essa separação. O diagnóstico define o melhor caminho.

O passivo do Riviera Collection não precisa ser tratado como fatalidade. Existem instrumentos para equacioná-lo - e equacioná-lo é pré-condição para que o La Buca avance com segurança.

🤝

Composição extrajudicial em escala

Mesma causa de pedir, valores proporcionais. Política uniforme de acordos: deságio, parcelamento, prazo. Taxa de adesão tende a ser expressiva.

📐

Individualização de matrículas

Destravar unidades não atingidas por penhora. Fato novo na negociação: entregar ao adquirente o que foi originalmente prometido.

🔄

Cessão de crédito + BATNA

Mudança de stakeholder na mesa provoca nova disposição. Quando o BATNA (Harvard) de todos melhora, o acordo se torna provável.

🏛️

Reestruturação societária

Separação formal entre Riviera "anterior" (passivo) e Riviera "nova" (La Buca). Barreiras jurídicas efetivas com antecedência e transparência.

O ponto central: o passivo possui características que o tornam tratável -origem conhecida, causa uniforme, volume previsível. Falta o diagnóstico estruturado que transforme a massa processual em plano de ação.
Seção 07

As projeções e suas premissas

Estas são projeções que refletem o potencial do projeto. É este percurso que constitui o objeto da proposta a seguir.

IndicadorProjetadoPremissa implícita
VGVR$ 1,2 bilhão711 unidades comercializadas
LucroR$ 500 milhõesMargem de ~42%
EquityR$ 35 milhões15% da SPE, valuation ~R$ 233M
TIR27% a.a.Sobre capital investido
Payback5-6 anosA partir do lançamento

São projeções que refletem o potencial do projeto. A pergunta que se coloca, à luz do que foi analisado, diz respeito às condições prévias para que esses números se materializem:

Licença atual autoriza 20 lotes. BP projeta 711 unidades. Gap de 691 unidades depende de ETSA complementar, lei municipal e revisão de implantação.
O terreno não constitui unidade registral íntegra. Transmissões não registradas. Desmembramento pendente. Incorporação perante o RI não é possível nessas condições.
R$ 40M não equacionados. Enquanto persistir possibilidade de indisponibilidade de bens, a participação do Grupo Riviera na SPE carrega risco identificável por qualquer investidor.

Nenhuma dessas observações invalida o projeto. O La Buca tem fundamentos sólidos. O que se observa é que entre o projeto e sua viabilização existe um percurso técnico-jurídico que precisa ser dimensionado, orçado e incorporado ao planejamento.

É esse percurso que constitui o objeto da proposta a seguir.

Painel de risco -Análise preliminar SICAI
⚠️
Registral / Fundiário
IMPEDITIVO
Cadeia incompleta, 4 elos sem registro
⚠️
Cível / Processual
IMPEDITIVO
~100 processos, R$ 40M, art. 185 CTN
⚠️
Trabalhista / Fiscal
IMPEDITIVO
Passivo fiscal R$ 20M, certidões pendentes
⚠️
Urbanístico / Ambiental
IMPEDITIVO
ETSA deficiente, APP 40,7%, RL sem coordenadas
⚠️
Estratégico / Decisório
IMPEDITIVO
Sem blindagem societária, 4 anos sem resolução
Seção 08

Nosso trabalho é resolver situações como essa

As trilhas de risco identificadas demonstram a necessidade de atuação coordenada em frentes autônomas. Organizamos, após meticulosa auditoria e análise cruzada de todas as informações e topografia jurídica, um cardápio ideal para a superação dos obstáculos.

Diagnóstico

Frente 1 - Diagnóstico SICAI

Due diligence completa pelos cinco eixos do SICAI, com o objetivo de entregar ao controlador um mapa preciso de onde o projeto está, o que o separa da viabilização, e qual a rota mais eficiente.

Levantamento integral da cadeia dominial, localização dos contratos faltantes e conferência de área

Obtenção de certidões negativas de todos os envolvidos e consulta de indisponibilidades sobre as quatro matrículas

Análise do licenciamento ambiental, ETSA complementar, confrontação com a reserva legal e condicionantes da licença vigente

Mapeamento da posição dos proprietários registrais (herdeiros Cubas) e avaliação de condições para regularização pelo empreendedor

Mapeamento societário das PJs na cadeia e análise da estrutura da SPE

Produtos nucleares
Relatório 3V (Visão, Viabilidade, Vetores) com panorama de risco por eixo
Parecer executivo go/no-go
Reunião de apresentação com o controlador
Paralelo

Frente 2 - Regularização ambiental e negociação

Frente operacional imediata, em paralelo ao diagnóstico, atendendo à urgência identificada pela assessoria do empreendimento.

Negociação com os proprietários registrais da matrícula 22.819 para obtenção de procuração

Interlocução direta com a Secretaria de Meio Ambiente de Campo Alegre e articulação com o MP/SC

Gestão da reserva legal -relocação/retificação com definição de coordenadas

Acompanhamento das condicionantes da LAI 2197/2026 (PRAD, SINAFLOR, compensação)

Produtos nucleares
Procuração outorgada pelos proprietários registrais
Reserva legal regularizada com coordenadas e averbação
Posicionamento atualizado do licenciamento ambiental
Horizontes

O que vem depois -condicionado ao diagnóstico

A auditoria vai revelar com precisão o escopo do trabalho seguinte. O que já se pode antecipar como objetivos:

Reconstituição e registro integral da cadeia dominial

Desmembramento da área nuclear com matrícula própria

Equacionamento do passivo por composição, individualização e cessão estratégica

Blindagem societária entre a operação anterior e o La Buca

Integração das matrículas em estrutura apta à incorporação, financiamento e comercialização

Assessoria estratégica contínua durante a fase de desenvolvimento

Forma, prazo e investimento de cada objetivo serão definidos com base nos achados do diagnóstico.

Seção 09

Investimento

Três frentes independentes, cada uma ativada no momento adequado.

A proposta contempla três instrumentos independentes, que podem ser contratados simultaneamente:

Instrumento 1

Diagnóstico SICAI

Due diligence completa pelos cinco eixos do SICAI

  • Equipe sênior dedicada
  • Diligências nos 5 eixos SICAI
  • Obtenção de certidões
  • Relatório 3V + Parecer go/no-go
  • Reunião de apresentação
R$ 45.000 - parcela única ou condição a combinar
Instrumento 2

Regularização ambiental

Frente operacional imediata com remuneração por resultado

  • Negociação com proprietários registrais
  • Interlocução com Secretaria de Meio Ambiente
  • Gestão da reserva legal
  • Acompanhamento condicionantes LAI
FixoR$ 45.000Na contratação
Êxito 1R$ 35.000Procuração obtida
Êxito 2R$ 45.000RL regularizada e averbada
Instrumento 3

Auditoria processual e estratégia de superação do passivo

Jurimetria aplicada ao acervo de ~100 ações do empreendimento anterior

  • Extração de dados fáticos, técnicos e processuais de cada demanda
  • Classificação por perfil de ação, faixa de valor e estágio
  • Qualificação do perfil do cliente-adquirente em cada processo
  • Estratégia de desfecho: registro, juízo de execução e BATNA
  • Dashboard de contingências atualizável
  • Plano de reversão do passivo com rotas, metas e cronograma
R$ 45.000 - parcela única ou condição a combinar

Cada instrumento é independente e pode ser contratado separadamente. Êxitos devidos conforme entrega efetiva dos marcos.

Caminho recomendado

Instrumento 1 imediato (diagnóstico completo) → Instrumento 2 em paralelo (regularização ambiental já pode começar) → Instrumento 3 condicionado ao acesso ao acervo processual do controlador.

Seção 11

Próximo passo

Propõe-se reunião com o controlador para apresentação dos achados preliminares e alinhamento sobre o início do diagnóstico. O escritório se coloca à disposição para agendar no formato e data mais convenientes.

Seção 10

O escritório

Bernardo Chezzi

Sócio Fundador | Coordenador do Master em DD Imobiliária

Mestre em Direito pela FGV-SP. Professor e coordenador dos programas de especialização da Faculdade Baiana de Direito.

Autor da obra "Condomínio de Lotes" (Quartier Latin, 2ª ed.) e coautor de "O Novo Marco das Garantias" (3ª ed.). Ambas referências no mercado imobiliário brasileiro.

Fundador do Instituto Brasileiro de Direito Imobiliário (IBRADIM). Consultor jurídico da CBIC e da ABRAINC. Integrante do Fórum Nacional de Desenvolvimento Imobiliário (FDI). Assessor jurídico nacional dos Registros de Imóveis brasileiros junto ao ONR - tem a alegria de assessorar nacionalmente os cartórios de imóveis do Brasil.

Convidado para integrar o grupo de notáveis do IMk-5 na criação do Sistema Eletrônico dos Registros de Imóveis (SREI). Relator de provimentos junto ao Conselho Consultivo do CNJ. Atuou na redação de leis nacionais (Lei 14.382, 14.711, Provimento 150, entre outros).

Bernardo Chezzi
IBRADIM

Instituto Brasileiro de
Direito Imobiliário

Condomínio de Lotes - 2ª edição O Novo Marco das Garantias - 3ª edição
Bernardo Chezzi no Fórum Nacional de Desenvolvimento Imobiliário - CNJ

Fórum Nacional de Desenvolvimento Imobiliário junto ao Conselho Nacional de Justiça

SICAI - Sistema Chezzi de Análise e Inteligência

Chezzi é autor e desenvolvedor do Método SICAI de análise de imóveis, criado em 2015 após especialização em Auditoria. O método opera como leitura sistêmica do imóvel enquanto nó jurídico - cruzando riscos entre cinco dimensões: registral, processual, fiscal, ambiental e societária.

Produto final: Relatório 3V (Visão, Viabilidade, Vetores), entregue em três camadas - executiva, estratégica e técnico-jurídica.

O SICAI é a metodologia oficial adotada pela maior instância do mercado imobiliário brasileiro. É ensinada no Master em Due Diligence Imobiliária, programa de formação executiva realizado em parceria com a CBIC e a ABRAINC, com turmas que já formaram profissionais de incorporadoras, fundos imobiliários, registradores e notários de todo o país.

Master em Due Diligence Imobiliaria - CBIC e ABRAINC

Orientação Tech First

Todos os advogados do escritório são fluentes em tecnologia como linguagem de trabalho. Foram anos de investimento contínuo em qualificação de uma equipe que pensa direito de excelência com a maior inteligência disponível.

Parceiro de toda a rede de infraestrutura digital do ONR. Colaboração com o governo federal na criação do SREI.

Partiu daqui do escritório

Leis nacionais que mudaram o setor imobiliário brasileiro:

  • Lei 14.711 - Novo Marco das Garantias. Acreditamos que o financiamento imobiliário acessível é o melhor mecanismo de universalização de um bom teto.
  • Lei 14.382 - Lei do Sistema Eletrônico de Registros Públicos.
  • Lei 14.620 - Minha Casa Minha Vida remasterizado.
  • Leis municipais que fizeram a diferença na vida de milhares de pessoas.

Nossos parceiros constroem as melhores moradias do mundo

MRV MRV Engenharia
Tenda Tenda Construtora
Cyrela Cyrela Brazil Realty
CBIC CBIC
ONR ONR
ABRAINC ABRAINC
Alphaville Alphaville Urbanismo
Votorantim Votorantim
Fórum de Desenvolvimento Imobiliário FDI